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    Saúde

    Encantou mas não levou: França de 2026 reivindica lugar na memória

    Cristiane Ribeiro - Reporter da Radio NacionalDe Cristiane Ribeiro - Reporter da Radio Nacional18 de julho de 2026Nenhum comentário5 minutos lidos
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    A disputa pelo terceiro lugar da Copa do Mundo é a chance de um prêmio de consolação pela glória que ficou pelo caminho. Para a França, que mede forças com a Inglaterra às 18h (horário e Brasília) deste sábado (18), em Miami (Estados Unidos), pode representar a última pincelada numa obra que fascinou, mas não alcançou o patamar esperado. Tida como a equipe favorita ao título pelo que fez antes e durante o Mundial de 2026 – antes da semifinal com a Espanha – , a seleção francesa, em caso de vitória, pode sacramentar uma vaga no seleto grupo de times que marcaram uma edição de Copa mesmo sem conquistá-la.  

    No momento, a França tem o segundo melhor ataque da competição, com 16 gols em sete partidas. A Argentina marcou 19, mas jogou duas prorrogações, ou seja, 60 minutos a mais. O craque francês Kylian Mbappé ainda divide a artilharia desta edição com Lionel Messi, com oito gols cada um. Além da artilharia desta e de todas as Copas (Messi tem 21 e Mbappé tem 20 gols em Mundiais, respectivamente), o camisa 10 francês ainda luta para ser o primeiro jogador desde o alemão Gerd Müller, em 1970, a marcar mais de oito vezes em um Mundial.

    Nas estatísticas da Fifa, a França foi a equipe que mais finalizou (120 vezes, mesmo total da Espanha) e a que mais teve finalizações certeiras (50), ou seja, foi a que mais colocou os goleiros adversários para trabalharem. Até a semifinal, era o único time a vencer todos os seis jogos que disputou sem precisar de prorrogação em nenhum deles.

    Cultuada como uma seleção com uma geração de talentos inigualáveis nos últimos três ciclos, a equipe comandada por Didier Deschamps tem no setor ofensivo uma combinação explosiva: Mbappé é considerado o melhor do time, Ousmane Dembélé amadureceu a ponto de ter sido escolhido o melhor jogador do mundo em 2025 – conquistou o prêmio Bola de Ouro e o The Best da Fifa – e Michael Olise surgiu, de forma arrebatadora, para ser um maestro, desde a sua estreia na França, há menos de dois anos.

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    Durante a Copa, o trio produziu diversos momentos memoráveis. Mbappé fez belos gols contra Senegal e Iraque, unindo quantidade e qualidade. Dembélé, ele próprio autor de cinco gols, fez um hat-trick (três gols em uma partida) contra a Noruega. Olise não marcou, mas anotou cinco assistências, um número superado apenas por Pelé em 1970. Ele esteve perto de marcar dois golaços, um de cobertura contra o Iraque e um de meia-bicicleta contra a Suécia, mas em ambos os lances acabou acertando uma das traves.

    A curiosidade é que, nesta sequência de Copas com a França em evidência, a edição de 2026 terá o pior o resultado entre as três. Depois de duas finais, com um título e um vice, o atual time pode alcançar, no máximo, o terceiro lugar.

    Hungria, Holanda e Brasil também já brilharam O conceito de seleção que encantou durante uma Copa mas não venceu foi praticamente criado pela Hungria de 1954. Naquela Copa, liderada pelo lendário Ferenc Puskás, que hoje batiza o prêmio de gol mais bonito do ano da FIFA, a seleção húngara atropelou os adversários rumo à final. Um deles, inclusive, foi o Brasil, derrotado por 4 a 2 nas quartas de final da edição disputada na Suíça.

    Na decisão, os húngaros acabaram derrotados pela mesma Alemanha Ocidental que humilharam na fase inicial. O primeiro duelo, disputado contra os reservas alemães, terminou com vitória por 8 a 3. Na final, a Hungria abriu 2 a 0 e sofreu a virada para terminar como vice com a derrota por 3 a 2. Até hoje, aquela seleção húngara, com incríveis 27 gols marcados em apenas cinco partidas, é o melhor ataque da história das Copas em uma mesma edição. A Argentina, melhor ataque da edição atual e que terá um inédito oitavo jogo à disposição na busca pelo troféu, terá que marcar oito gols na final contra a Espanha para igualar a performance da Hungria em 1954.

    Vinte anos depois daquela exibição, uma outra seleção europeia ganhou corações mas não o troféu. A Holanda teve sua geração de ouro, forjada principalmente pelo técnico Rinus Michels e o Ajax do início da década. O craque vestia a 14: Johan Cruijff comandou um time que, além de jogar bonito e marcar muitos gols (foram 15 naquela Copa), tinha um estilo diferente de jogar, que recebeu a alcunha de Laranja Mecânica, por funcionar perfeitamente em um esquema sem posições fixas em campo. Uma vitória por 2 a 0 contra o Brasil, que defendia o título, levou a Holanda à final contra os donos da casa da Alemanha Ocidental. Na decisão, após sair na frente, a equipe levou a virada e ficou com o segundo lugar. O país voltaria a ser vice-campeão na edição seguinte, novamente contra a seleção dona da casa, no caso a Argentina, mas já sem encantar tanto e sem Cruijff.

    Em 1982, coube ao Brasil o papel de encher os olhos do público. O famoso time de Telê Santana proporcionava espetáculos e foi superando adversário por adversário, marcando gols em profusão, sendo algumas obras-primas. Depois de fazer 3 a 1 na Argentina de Maradona, que era a atual campeã, a seleção brasileira só precisava de um empate contra a Itália para avançar às semifinais. Mas uma dolorosa derrota por 3 a 2, com três gols do carrasco Paolo Rossi, representou o fim da linha para a equipe e uma frustração para uma legião de fãs que foram conquistados pelo time que tinha Falcão, Zico, Sócrates e Júnior, entre outros nomes. Mesmo fazendo dois jogos a menos que as equipes que avançaram, o Brasil ainda terminou aquela Copa com o melhor ataque, com 15 gols marcados em cinco partidas.

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